O Marketing de Conteúdo está no seu dia a dia há muito tempo

 

Talvez você já conheça a história do Meu Redator (contei ela aqui): investimos muito pouco – se compararmos aos resultados – para atrair usuários para o site e clientes. São cerca de 9 mil acessos mensais orgânicos. Não é demais? Tudo isso sem investir em publicidade paga, apenas conquistando autoridade na internet.

E você me pergunta: que ‘inovação’ foi essa que resultou nesses acessos todos?

Eu te respondo: Marketing de Conteúdo!! Mas coloco  “inovação” entre aspas, pois, embora pouca gente saiba, o marketing de conteúdo existe há muito tempo, e tem sido utilizado por grandes empresas para ampliar e fidelizar seu público. Seguem alguns exemplos e histórias de empresas que fizeram e fazem uso desse recurso:

John Deere

Imagino que isso seja novidade pra você, mas a ‘Deere & Company’, sem dúvida a empresa agrícola mais famosa do mundo,  criou e distribuiu a revista The Furrow, que foi fundada em 1895. O fundador, John Deere, aproveirou a The Furrow não para vender diretamente seus equipamentos John Deere (como um catálogo faria), mas sim para apresentar aos fazendeiros as novas tecnologias e para ensinar  a eles como poderiam usá-las para ser empresários e fazendeiros de sucesso. Sim, provavelmente a primeira grande empresa a apostar em estratégias de marketing de conteúdo!

Não é à toa que 120 anos depois, a John Deere mantém seu grande sucesso e a revista The Furrow segue firme e forte. Vida longa ao John!

LEGO

Gosto de citar LEGO nos meus exemplos de empresas que deram certo utilizando o marketing de conteúdo porque, embora poucos perceba, a LEGO é, sem dúvidas, uma gigante do conteúdo. Contar histórias como poucas empresas sabem é com ela mesmo! Podemos citar desde a criação de microsites para cada linha de brinquedo – com as mais variadas explicações dos personagens, até a disponibilização de jogos online e videogames. Isso tudo resulta na interação das mais variadas linhas de brinquedos. Tá aí a jogada! Se a LEGO se limitasse a apenas comercializar os brinquedos, será que teria todo esse sucesso mundial com crianças, adolescentes e até adultos?

A LEGO nos prova que sim, ter um bom produto é importante, mas saber usar esses produtos para contar histórias é o que a torna a marca mais lembrada quando se trata de brinquedos.

COCA-COLA

Esses dias assisti ao vídeo chamado de ‘Content 2020’, pois havia lido algo sobre ele em um livro. Nesse vídeo, o vice-presidente de estratégia global de publicidade da Coca, Jonathan Mildenhall, que liderou a iniciativa, fez uma declaração de missão do marketing da empresa que tornou-se, para muitos, o início da idealização do marketing de conteúdo. O intuito do vídeo foi explicar às agências de marketing como a marca pretendia aproveitar a mídia para mudar e criar uma nova forma de contar histórias e vender produtos. Foi desse início que a Coca-cola começou a agregar valor e significado às vidas das pessoas através dos seus comerciais e conteúdos.

Cito aqui um trecho do vídeo: “Todos os anunciantes necessitam de muito mais conteúdo para que possam manter o envolvimento com os consumidores novos e relevantes, por causa da conectividade durante 24 h por dia, 7 dias da semana. Para alcançar o sucesso no mundo todo, você precisa ter ideias densas e fecundas em sua base.”

Você pode ver o vídeo (em inglês) nesse link. Logo no início, a Coca-Cola afirma que sua missão é criar o conteúdo mais atraente do mundo. Surreal, né? A empresa finaliza o vídeo dizendo que não pode mais depender dos comerciais de 30 segundos na TV. Fica claro nesse vídeo o interesse pelos benefícios do marketing de conteúdo, por ser uma forma mais econômica, atrativa e eficiente de se envolver com o público. Congrats, Coca!

RED BULL

Não poderia deixar de falar da Red Bull – sou fã desta marca, tenho uma geladeira com a marca do touro, símbolo da Red Bull, no meu escritório.

“A marca de bebida energética austríaca consolidou-se como a Coca-Cola da era do conteúdo compartilhável, disposta a gastar livremente para produzir conteúdo tão bom que chega a ser confundido com conteúdo que não é de marketing. A Red Bull é verdadeiramente uma empresa de mídia, que por acaso vende refrigerantes.” – BRIAN MORRISSEY, DIGIDAY.

Baita frase.

Vale destacar que além de uma revista – a Red Bulletin (você conhece?), que é uma das revistas masculinas de active style de maior circulação do mundo, a Red Bull também criou um banco de conteúdos licenciados. Sim, a empresa ganha comercializando seus próprios conteúdos. Até onde eu sei, existem mais de 50.000 fotos e 5.000 vídeos disponibilizados para que empresas de mídias possam obter licenças de uso. Brilhante, não?

Coberturas de eventos esportivos transmitidos online, desafios de equipes, competições, tudo conteúdo sendo consumido pelo público-alvo da empresa: pessoas que se interessam por esportes. Existe até um canal online 24 horas por dia, transmitindo eventos e conteúdo de valor da marca.

Se ainda não te convenci do marketing de conteúdo, aqui vão alguns fatos. Segura aí:

● O Marketing de Conteúdo custa em média 62% mais barato que o Marketing Tradicional.

● Hoje, 93% dos processos de compra começam com uma busca online.

● Cerca de 60% do processo de compra já está feito quando o consumidor entra em contato com o vendedor.

● Apenas 3% dos leads estão prontos para comprar. É preciso nutrir estes leads com informação e qualificar seus interesses antes de tentar vender.

● Empresas que priorizam manter um blog tem 13x mais chances de ter um ROI positivo.

Depois de te apresentar esses, que são apenas alguns exemplos de como o Marketing de Conteúdo pode ajudar você e sua empresa, te convido a conhecer o Meu Redator. Uma plataforma com experientes redatores de conteúdos que vão te ajudar a criar textos brilhantes e contar sua história de forma a cativar seus clientes. Já somos mais de 3.000 redatores especializados nos mais diversos assuntos.

“Publicar conteúdo que mostre para seus compradores que você entende o problema deles e mostre como resolver é o que você precisa para gerar credibilidade.” – Ardath Albee, autora dos livros Relevância Digital e E-Marketing Estratégias para o Complexo de Venda.

E você, conhece mais algum caso de sucesso? Deixe seu comentário!

Para se aprofundar mais e obter mais informações desse tipo, recomendo a leitura do livro “Marketing de Conteúdo Épico“, de Joe Pulizzi (Ed. DVS, São Paulo, 2016).

Juliano é fundador da Santa Agência, empresa focada em negócios digitais para empresas. Também é fundador do Meu Redator, startup que conta com aproximadamente 4.000 redatores, incluindo professores especialistas, mestres e doutores, criando conteúdo de qualidade para empresas.

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