Lá vem textão: como o Meu Redator se tornou uma Fantástica Fábrica de Conteúdos

R$ 2.130

Meu Redator conta com mais de 3.000 redatores cadastrados e clientes das mais variadas áreas. Acho que podemos afirmar que se trata de um grande sucesso, certo? Agora, você saberia dizer qual a quantia total de dinheiro que gastamos para divulgar a nossa empresa, o Meu Redator, desde que a fundamos, em Julho de 2016? A resposta é: apenas R$ 2.130 reais.

Achou pouco? Eu também acho! E imagino que você esteja se perguntando por que diabos estou aqui dando essa informação, não é mesmo? Pois eu te explico: é porque acredito que há um jeito melhor – muito melhor – de fazer marketing. E também porque eu conheço uma estratégia econômica para que empresários e profissionais de marketing possam atrair e reter clientes. Essa estratégia se chama Marketing de Conteúdo.

A publicidade tradicional – aquela dos comerciais de televisão, outdoor, jingles, materiais impressos e caros – ainda continua por aí, mas o principal recurso utilizado pelas empresas para atrair e capturar novos clientes é – e tem sido cada vez mais – o marketing de conteúdo. Modéstia à parte, posso dizer que tenho autoridade para falar desse assunto, pois venho pesquisando e atuando com Inbound Marketing (Marketing de Conteúdo) desde 2014. O que extraí tanto da teoria quanto da prática mostra que o centro de qualquer negócio é a valorização real do consumidor e o reconhecimento de sua fundamental importância. E é isso que pretendo deixar claro até o final desse texto.

Marketing de conteúdo foi a estratégia que utilizei, desde o início, para a divulgação do projeto Meu Redator. Me lembro como se fosse hoje: começamos em Julho de 2016 e, mês após mês, blogpost após blogpost, o número de acessos, cadastros e solicitações de orçamento cresciam num ritmo alucinante!! Era muito bacana acessar o e-mail e ver a caixa de entrada pipocando de mensagens novas. E para falar a verdade, ainda é. Não paramos de crescer: Completamos 1 ano e 1 mês em agosto de 2017, e já temos números expressivos como 9 mil acessos mensais orgânicos, e mais de 3.500 profissionais cadastrados na plataforma. Números fucking altos para quem investiu R$ 2.130 em todo o projeto, não é verdade?

Antes de seguir adiante com o texto, porém, é importante ressaltar que estamos falando aqui de custos de divulgação.  A criação do site e sistema foi realizada internamente, por este que vos fala, o que nos poupou de custos maiores.

Bom, continuando: durante minha experiência de quase 10 anos (4 anos passando por agências de publicidade, 2 anos com uma agência criada em sociedade, e o restante por conta própria), tive a oportunidade de aprender a desenvolver sites para grandes empresas e conhecer a fundo como funciona o mercado de publicidade e propaganda.

Também trabalhei com empresas muito pequenas, desde restaurantes e lojas de móveis até lojas de objetos religiosos e consultórios de odontologia que mal tinham dinheiro para investir em quaisquer tipos de propaganda.

Todos os donos de empresas e diretores de marketing com quem eu conversava acreditavam que tinham problemas específicos, que só eles enfrentavam, e foi analisando suas falas que cheguei a uma importante conclusão, e foi aí que veio o pulo do gato: Não era um problema específico, característico de cada empresa. Na verdade, era sempre o mesmo problema, assim como para minha própria empresa, na época. Quer saber que conclusão foi essa?

Elementar, meu caro leitor! Por mais que se invista na divulgação dos benefícios e qualidades de produtos e serviços, na maioria dos casos, não será suficiente para captar e manter – a longo prazo – a atenção e devoção dos consumidores. O que realmente encanta e cativa o cliente é se sentir importante e valorizado. 

Isso mesmo. E não se trata de narcisismo, não. Estamos falando de marketing que mostre ao cliente que nós, empresários, reconhecemos que ele é simplesmente a razão do nosso existir, e que lhe damos o devido valor!

Foi-se o tempo em que a propaganda era centrada apenas em produtos ou serviços. A propaganda deve estar voltada às pessoas. Pode parecer clichê, mas esse foi e tem sido o turning point de grandes e pequenas empresas que tiveram esse entendimento: contar histórias vende! O consumidor se reconhecer na história, sem o objetivo de ser apenas mais um comercial, e se ver inserido nela, dá certo. Mas não é qualquer historinha, não. Nada de mundo perfeito de comercial de margarina. Histórias de verdade, ou ao menos possíveis de serem verdade. Que inspirem, que mostrem a força das pessoas, que apresentem alternativas, que as levem a pensar ’fora da caixa’.. Somos apaixonados por filmes de super heróis do cinema, com seus mega-super-poderes, não é verdade? Mas cá entre nós, as melhores histórias são aquelas nas quais nos sentimos inseridos, nos imaginamos nela, que nos mostram que podemos ser mais e melhores. Aquelas histórias que nos deixam ansiosos pela próxima cena e que nos fazem criar antecipadamente um final, tamanho nosso envolvimento com ela. Saber contar histórias envolventes é o que cria verdadeiros fãs.

O MeuRedator foi criado de acordo com essa concepção, e com o intuito de contar histórias que tivessem uma representação importante na vida das pessoas, seja para inspirar, seja para informar, seja para resolver problemas.  Foi assim que surgiu nossa Fantástica Fábrica de Conteúdo.

Blog do Meu Redator

E é com essa mesma concepção que buscamos ajudar as empresas a se comunicar melhor com seu público alvo, por meio de conteúdos úteis e impactantes. Na era das redes sociais, fica muito claro o quanto é fundamental que as empresas estejam próximas de seus clientes, que façam parte de seu dia-a-dia. O Marketing de Conteúdo oferece justamente a possibilidade de, por meio de textos úteis bem elaborados, envolver empresa e consumidor em um diálogo rico e contínuo.

Textos e histórias sempre foram importantes. E continuarão a ser. Importantes, fascinantes.. fantásticos!!

“O que ajuda as pessoas também ajuda os negócios.” – LEO BURNETT

Juliano é fundador da Santa Agência, empresa focada em negócios digitais para empresas. Também é fundador do Meu Redator, startup que conta com aproximadamente 4.000 redatores, incluindo professores especialistas, mestres e doutores, criando conteúdo de qualidade para empresas.

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